Benvenuto

Bem vindos ao humilde palácio literário desta humilde autora, que pode não ser imortal, mas tem a mania de renascer das cinzas de vez em quando. Fique a vontade para entrar em qualquer cômodo ou em qualquer texto, por favor só não alimente os monstros dos armários.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

O Incrível Homem-Aranha!!! \O/

Bagaça, poesia de infância 
São o assunto do dia
Pra NOOOOOOSSA alegria. 

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Bonne nuit mès amis

Eu NÃO PUDE RESISTIR a essa piada infame logo no meu haikai de início de postagem xD

Mas enfim, falo ao vivo não do meu QG normal no meu sofá, mas de Maringá( norte do Paraná). Tá um frio do caramba aqui e eu NÃO TROUXE MEU CASACO GROSSO DE VIAGEM D: Eu dei preferência pra trazer um casaco mais estilosinho e não dei atenção ao aviso do prof de geografia sobre a frente fria que estava vindo. Aí eu me fudi x.x sou uma florzinha delicada de clima quente e NÃO SUPORTO clima frio çç

Enfim, falo de Maringá ao vivo e mexendo nessa noite fria de inverno pra normalizar minha situação com vocês, meus leitores =) (com um pouco de atraso, admito, mas estou aqui agora criança xD) É que meu último post foi bem apaixonado e nem todo mundo pode ter gostado =)

Eu e o restante dos Corinthianos AMAMOS XD

Mãs o mundo (infelizmente) não tem só Corinthianos xD 

Por isso hoje temos uma postagem neutra, bonitinha e guti-guti e que todo mundo deve gostar 8)

Vamos falar... DO HOMEM-ARANHA 8D

...não pude resistir a essa quebra na expectativa xD

Mas já aviso o.o o nosso vizinho e amigo escalados de paredes é o tema principal dessa conversa preliminar. Depois temos um poema sobre poetagem que eu fiz pro blog há algum tempo =D
Que tal nosso menu? =D

Bien, por que o Homem-Aranha é meu tema da noite? Dois motivos: 
1) AINDA NÃO ME CONFORMO QUE ELE MORRE NA EDIÇÃO DA MARVEL DO MÊS QUE VEM E VOU DESAGUAR MINHA MÁGOA ANTECIPADAMENTE MESMO D:
2) Vi o movo filme do Aranha 8D

Ao mesmo tempo que foi melhor do que esperava, foi meio decepcionante o.o
É que tanto o filme do Homem-Aranha anterior quanto esse novo tem só partes da história o.o
Como eu disse, o Aranha é meu herói de infância, vi toda uma serie de desenho bem fiel aos quadrinhos (e eu fiz algumas pesquisas, não só agora, mas quando o primeiro filme foi lançado por isso posso afirmar ). Por isso, quando falta alguma coisa, eu fico meio puta com os filmes xD. 

Não falarei do enredo desse o.o
...não muito xD
Mãs comentarei alguns pontos xD
Vejam o filme se quiserem mais XD

Bom, devo dizer que a atuação desse novo homem aranha ficou melhor do que esperava xD eu esperava olhar pro ator, Andrew Garfield, e gritar "EDUARDO SAVERINI" sem parar (Eduardo é o papel que Andrew interpretou em "A Rede Social"). Bom, eu não consegui olhar pra ele e pensar em Peter Parker (ele tem estilo demais pra ficar como o querido Peter xD) mas não ficou de todo ruim =D A cara do antigo Homem-Aranha, Toby Maguire, cara de bobão xD, é que eu acho que deve ser a cara do Aranha xD (lembrando que o Homem-Aranha é o NERD MAIS NERD DA FACE DA TERRA XD por isso faz mais sentido a cara de bobão xD). 
Pra falar a verdade, nesse filme Andrew ficou MUITO a cara de um dos atores que interpreta o Doctor Who o.o (série britânica) o David T(não-lembro-o-sobrenome-dele-nem-fodendo), meu ator favorito da série até então xD

Mas estou fugindo TOTALMENTE do foco xD vamos voltar à atuação do Andrew no filme

Me surpreendeu como eu disse o.o fora o rosto, ele ficou PERFEITO no papel o.o Até mais que o Toby o.o desajeitado o suficiente, fazendo piadinhas xD (talvez isso tenha me ajudado a fazer a associação com o David T), só meio rebeldezinho demais pro meu gosto. Mãs estou dando um prêmio 'Chris Evans' pra ele por esse filme, devido ao fato dele ter me surpreendido e.e 
(Chris Evans, como eu já citei em postagens anteriores, é quem interpreta o Cap América. Por que ele virou nome pra minha premiação pessoal de atores que me surpreenderam? Ele consegue interpretar o Tocha Humana em 'O Quarteto Fantástico' e me fazer pensar "que babaca e.e quero bater com a cabeça dele no asfalto até sangrar" e depois interpretar o Cap e me deixar toda "OH MY GOD!!! *-* Lindo!" E em ambos os filmes ele aparece sem camisa, antes que alguém insinue favoritismo. Por essa capacidade razoável de atuar, deu nome ao prêmio xD)

...e estou digredindo do tema de novo xD
Mas o suficiente já foi dito sobre a atuação do Andrew xD. 

Vou falar, ou melhor dizendo, expressar minha raiva pela substituição da Mary Jane por aquela loirinha, Gwen Stacy. Porque isso é uma HERESIA! D: MJ É em TODOS os universos da Marvel (ou pelo menos na maioria inquestionável) o GRANDE amor da vida de Peter Parker. Ele até pode ter tido um casinho com a tal de Gwen (isso aconteceu mesmo), mas foi em um momento em que ele e a MJ tavam separados e mesmo assim ele ficava LOUCO pra voltar pra Mary Jane. É o amor da vida dele. E é uma mulher mais interessante que a tal de Gwen. A começar que é uma das ruivinhas favoritas da Marvel. Talvez ela seja a única perua (ou quase) que eu já gostei xD Ela é cheia de atitude! Nunca foi a mais brilhante das mentes, mas era tão louca pelo Peter quanto ele por ela. Sempre tinha um ar de "Bitch, please! I'm fabulous!" (se você não conhece os memes dessas frases avise que eu traduzo na próxima postagem) e foi ela quem deu o famoso apelido de 'tigrão' pro Parker xD É com ela que ele se casa e é ela quem sempre dá apoio pra ele. NENHUMA LOIRA OXIGENADA JAMAIS conseguirá superá-la e.e A atriz desse filme, Emma qualquer-coisa, apesar de loira, se saiu melhor que a MJ do filme um, Kristen qualquer-outra-coisa. Apesar disso, meu voto ainda vai pra Mary Jane u.u

Em comparação com a filme um, esse novo tem BEM mais romance entre o Peter e a namorada dele. Ele é menos bundão com ela xD o que bate com o Aranha da série. Desajeitado pra caramba, mas quando ele chega nela, ele chega nela XD

Outra coisa boa desse novo filme que eu TENHO de comentar, aliás, DUAS coisas boas, tem haver com as habilidades do Homem-Aranha. É que esse novo foi mais fiel às HQs. Peter não lança teias naturalmente, sabiam? o.o ele é um gênio e constrói pra si mesmo os lançadores e cria uma super-substancia para as próprias teias. TUDO ISSO NO LABORATÓRIO DO COLÉGIO NO HORÁRIO DO ALMOÇO 8D Fala sério, nem o Homem de Ferro é tão foda assim xD Se o Aranha produzisse suas próprias teias elas sairiam do mesmo lugar por onde saem as teias das aranhas: da glândula fiandeira localizada acima do...erm...ânus. E não seria uma cena NADA bonita ver o Homem-Aranha se pendurando por aí assim (E PAREM DE RIR XD). O segundo ponto bom é a volta do'Sentido de Aranha' que era tipo um instinto que pipocava toda vez que alguma ameaça se aproximava do Aranha. No primeiro filme ele ameaçou aparecer na cena que ele briga no colégio. Depois 'Poof' some! Nesse novo filme, eis que o 'Sentido de Aranha volta com força total PARA NOOOOOSSSSSA alegria XD

OKEY XD Sem mais piadas infames e sem mais falar do Fodástico Homem-Aranha xD Vou parar antes que eu fique HORAS aqui monologando sobre o Aranha.

Vamos ao que interessa, o que eu acredito que vocês, caros leitores busquem aqui: meus poemas, contos e crônicas. 

MUITO BEM! Como eu já disse, esse poema foi feito pensando no blog e é sobre o escrever poesia. Bom, não exatamente sobre escrever poesia, mãs sobre como um poeta vê o universo. Eu ia fazer alguma coisa com a temática 'Feel the love bro!' falando sobre o amor no mundo. Eu não tenho a MENOR IDÉIA de daonde surgiu esse poema Metalinguístico xD Às vezes, poemas têm vontade própria e saem como por mágica e de maneira e incontrolável xD daí nasceu esse poema! \o/

Espero que gostem xD

Da próxima vez vou conseguir fazer o poema 'Feel the love bro' xD

Agradecimentos antes de entrarmos ao vivo no poema ao meu primo João Paulo e a Sabrina, namorada dele, pela ajuda na divulgação da crônica Corinthiana no Facebook=D Valeu pessoal *-*

Agora, sem mais delongas, AO POEMA \O/

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O Poeta

O poeta é aquele
Que tem a alma de criança
Cristalizada dentro dele
Em uma eterna dança. 

O Poeta é quem
Consegue ver a fantasia
Que o mundo tem
Em meio as dores e maresias. 

O poeta é o único
Que pensa sobre tudo
E se arrisca a tornar público
O que o universo quer mudo. 

O poeta é o sonhador
Que quer o mundo melhor,
Que quer o infinito amor,
Que quer a felicidade. 

O poeta é a parte nova
De um todo caduco,
Uma brilhante supernova
Em um escuro universo maluco. 

O poeta é o homem da linha de frente. 
O eterno visionário. 
As palavras afiadas na mente,
A bravura no peito solidário. 

É o poeta, o mais importante,
O mestre de seu próprio universo,
Senhor de criatividade palpitante, 
Senhor de um 'eu' tão diverso. 

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E aí? xD o que acharam?

Estou ficando com mania de poemas com repetição o.o Não é um problema exatamente, só uma mudança tão natural de estilo que eu nem notei o.o só constatei agora. Vocês não vêem meu caderno de rascunhos, senão veriam que estou com mania de refrão mesmo xD

Enfim, Au revoir, mes amis and sweet dreams o/Bagaca

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Crônica Corinthiana

Bravo campeão!
O Magnifico Timão!
Grande Campeão!

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Bon Soir, mes chère amis!

Falo ao vivo nessa linda tarde dia cinco para cumprir uma promessa xD

Pra quem não notou, meu time virou o mais novo campeão invicto da Libertadores xD

VAI CORINTHIANS!!! \O/

E, se vocês se lembram do meu último post, prometi uma crônica Corinthiana caso meu time fosse campeão. 

Corinthias é campeão xD

Por isso estou aqui nessa edição especial para cumprir tal promessa xD

Agradecimentos e um aperitivo antes do prato principal. =)

Obrigada ao Luís Felipe, à Tamy e ao Montandon por terem curtido meu link no Facebook =D (Luís Felipe deve fica meio com raiva de mim por incluí-lo em um post junto com uma crônica Corinthiana, mas eu queria agradecer mesmo assim xD) e obrigado IBC pelo seu comentário =) (que bom que você gostou do pouquinho que você leu até agora =D Obrigada pelos elogios e eu tb sou uma blogueira meio desnaturada xD prova disso foi meu um mês longe do meu bloguitinho. Tenta de novo com seu blog =) seja perseverante e vai que dessa vez dá certo xD eu sei como é difícil extrair as idéias da cabeça x.x NUNCA sai perfeito como imaginamos, mas é preciso tentar até que fique o mais perto da perfeição o possível =3). 

E agora o aperitivo xD

Resolvi postar um poema que eu já tinha posto aqui a SÉCULOS atrás, mãs que eu julgo ser um bom aperitivo para esse momento de GLÓRIA CORINTHIANA. XD 

Eis o poema o/:

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Milagreiro
(Ou 'Soneto de Determinação')

Levanta, limpa o sangue da boca;
Ergue os olhos, pega tua espada;
Clareia tua mente cansada,
E grite com tua voz rouca. 

Grite! Corra! Lute!
Recuar é só para tolos líricos. 
Defenda! Corte! Chute! 
Desistir é só para fracos de espírito. 

Agora é só você contra tudo. 
De cara erguida contra o mundo. 
Desvie e ataque: com a espada se sagre. 

Não desista nunca! Lute até o fim. 
Vencedores e campeões se fazem assim. 
E na Glória da vitória, faz-se o milagre. 

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Ninguém deve lembrar desse poema porque faz, realmente, MUITO TEMPO que eu o postei xD

O contexto para o qual ele foi escrito não tem NADA haver com futebol, mas ficou bonitinho aqui como aperitivo xD até porque esse momento de Campeões da Libertadores parecia que não ia chegar nunca o.o Mãs o Timão é um time de milagres XD

Eu ia por outra, falando da natureza do milagre em si, mas esse tava mais dentro do tema xD

AGORA, SENHORES E SENHORES, LADIES AND GENTLEMEN, O PRATO PRINCIPAL, THE MAIN DISH, O GRANDE SHOW DA NOITE! \O/

A crônica Corinthiana xD

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Nação Corinthiana

Ergue-se a taça.

Não sei vocês, mas ainda não acredito direito nisso, de tanta felicidade. 
Bom demais pra ser verdade.

E o melhor é que É verdade.

É Campeão!

"Não foi acaso, não foi sorte; FOI COMPETÊNCIA!"

Nós, o time dos vira-latas, Campeões.

Campeões para nunca mais ouvir piadas.

Campeões pela primeira vez, a primeira de muitas.

Hoje é um dia de Glória para uma nação de felizes gambás loucos vira-latas.

Mas deixe-me falar mais de nós, a Nação Corinthiana, a nação que tanto esperou e vibrou por essa doce vitória.

Nação enorme, quase um exército. Filha democrática do Brasil, misturando a elite e a ralé, miscigenando e unindo pessoas em um processo perfeito de vira-latagem. Mas, Nelson Rodrigues que me desculpe, vira-latas é que é bom, vira-latas is beautiful! É cientificamente comprovado que raças puras demais tendem ao fracasso por terem mais defeitos, serem mais cheias de frescuras. Nós, os vira-latas, somos mais fortes, os mais adaptados e sem dúvidas os mais espertos. Demorou, mas nossos genes de campeão nos permitiram esperar 102 anos por isso, por essa noite excitante na qual duvido que os loucos da nação vá dormir tão cedo (ou vá deixar alguém dormir).

Nação grandiosa, paciente e perseverante. Timão, eu nunca vou te abandonar! Se auto denomina "os gaviões" e merece o título. Dizem que os gaviões só tem um amor, um parceiro, por toda vida, assim como as águias e os cisnes. Um só amor e esse nosso amor é o Corinthians. Não importa o quanto tivemos de esperar, Timão, nunca vamos te abandonar!

Nação unida, uma grande família de loucos. Timão! Minha vida... Por ele somos insultados e marginalizados pelos times com "pé-de-grife". Somos os vira-latas chamados de gambás. Somos gambás sim! Sintam nosso cheiro de vitória agora, porquinhos e bambizinhos. Nossa nação unida até o fim!

Nação de loucos que sofre até o último instante. Nação que vê seus guerreiros decidirem (quase) tudo nos 42 do segundo tempo. Nação que sofre, mas está aí pro que der e vier. Na alegria e na tristeza. Na saúde e na doença. Na riqueza e na pobreza. Até que a morte nos separe de nosso amado Corinthians (isso se no céu não pegar tv a cabo. Porque se pegar nada há de nos separar). Nação que sofre, mas sofrendo assim faz o resultado bem mais gostoso. Nenhuma outra nação tem a nossa paixão.

Nação que já enfrentou altos e baixos, mas hoje é noite de comemoração!

Nação Campeã!

Vira-latas de respeito, erguendo a taça aos céus, uma oferenda aos deuses, pela primeiríssima vez, desvirginando uma vitória doce e saborosa.

Falem os outros o que quisessem. É inveja da nação.

Campeão Invicto!

É Corinthians Campeão!

Ergue-se a taça para as estrelas.

Ergue-se a taça pelas mãos de nossos guerreiros.

Ergue-se a taça por milhões de fortes, felizes e loucos corações vira-latas.

Queria eu estar no estádio com minha nação nesse grande 04 de julho, maior do que qualquer outro evento que tenha ocorrido. Queria esta eu lá comemora do junto com meu Timão.

É Campeão!

Esse Dragão, São Jorge matou.

É Campeão!

Meu time foi Libertado!

É Campeão!

Uma nação hoje se sagra.
VAI CORINTHIANS!

E depois, quando ela conseguir ir dormir, além do grito retumbante de "Campeão", ecoará por entre seus sonhos um doce mantra que embalará esta nação de bravos e ecoará através dos tempos. Um doce mantra que diz: "Salve o Corinthians... O campeão dos campeões..."

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Não é meu melhor texto, isso é bem verdade, mas é um dos mais apaixonados xD

Está datada com a data de ontem porque escrevi assim que acabou o jogo, ouvindo um milhão de fogos e um bilhão de buzinas xD

Quis falar mais do povo, da nação Corinthiana, porque foi ela quem, na verdade, ganhou o prêmio. Jogadores não tem time, os torcedores é que tem. Essa vitória é nossa! \O/

Não tenho mais o que comentar sobre isso xD

Eu gostaria de aparecer aqui de novo no sábado depois da luta do Anderson Silva, mas vou ter vestibular no domingo de manhã e não poderei ver a luta ÇÇ. Mãs devo entrar no domingo a noite pra um alô menos inflamado pela vitória xD

Au Revoir e VAI CORINTHIANS!!!!! \O/<\b>

sexta-feira, 29 de junho de 2012

O RETORNO DAS ABOBRINHAS!!! \O/

Após longo inverno
Volta a poeta ao castelo,
Fênix de amarelo. 

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BON JOUR MES AMIS \O/

Depois de uma breve eternidade (que frase poética xD acho que farei um poema com ela mais tarde 8D) retorno na no fim das festividades juninas e entrando nas festividades julinas (ou seriam julianas? o.o bom, festas do mês de julho). 

QUASE apareci aqui no infame dia 12 com uma seleção com os poemas menos românticos que eu tenho em meu repertório, mas era Terça, eu tava cansada e atrasada com a matéria, então atrasei mais do que esperava. E eu ia entrar com poemas não exatamente bons, pois tenho birra com esse dia dos namorados do dia 12/06. Sabiam que foram os comerciantes que escolheram essa data? Só por causa que era o período do ano com menos vendas, aí eles inventaram essa mentira para enganar os casais e os pobres nós solteiros e venderem mais. Odeio esse dia. Sou muito mais o 14/02, dia de São Valentin, que nem sei se é santo mesmo, mas pelo menos tem uma história mais bonitinha do que essa de comerciantes ditando o dia dos namorados.

Mas enfim, birras com datas à parte, estou bem apesar do atraso xD. Atrasei-me por motivos nobres u.u: vestibulares de meio de ano. Fiquei duas semanas sem final de semana (três se você considerar o feriado) e durante a semana o pouquissíssimo tempo que me restou para repouso ou eu fiquei vegetando ou eu fui dormir. 

Minha única maneira de espairecer estava sendo ler quadrinhos do Homem-Aranha. Um dos efeitos colaterais que o filme d"Os Vingadores" teve foi fazer ressurgir esse meu lado de fã da Marvel. Eu até saí por aí, mundo a fora, caçando HQ's do Cap América ou do Homem de Ferro, mas minha paixão infantil pelo Homem-Aranha ressurgiu com força. Meu herói de infância xD Até mesmo porque acabei esbarrando em universos da Marvel (porque existe 638475956485296078251336849351846000000000 universos diferentes das HQ's, dando margem pra várias histórias diferentes) em que a personalidade do Capitão ficou muito troglodita pro meu gosto e não achei assim muita coisa (pelo menos que não cabiam no meu orçamento) do Homem de Ferro (tudo bem que o personagem é um milionário, mas as revistinhas precisavam ser tão caras? D8). Aí reencontrei meu super favorito em tamanho compacto, cabendo no bolso xD. 

Como poderia resistir? XD

Só estou meio puta pq ele vai morrer na próxima edição D8 MAL ME REENCONTRO COM ELE E ELE JÁ MORRE!!! D8 

Daí a minha colocação verbal "estava sendo" (e antes que alguém pergunte, não tem nada haver o fato do Homem-Aranha estar pra morrer com meu retorno ao blog u.u mera coincidência MESMO). 

E vou parar de bostejar sobre meu super favorito e sobre minha editora favorita (Descobri no meio disso tudo que sempre fui no fundo uma garotaMarvel xD Com todo respeito a quem gosta do Super-Man, Mulher Maravilha, Batman e toda companhia da DCcomics, mas esse povo não me atrai o.o). Vou parar antes que eu comece a querer promover Nick Fury para presidente, pedir a cabeça da atual presidente da SHIELD junto com a do Capitão América (porque é culpa deles dois que o Aranha vai morrer) dentre outras coisinhas xD

Vamos falar de assuntos mais interessantes, mesmo que tão agoniantes quanto: MEU TIME! NA FINAL DA LIBERTADORES!!! *-* 

Eu não sei vocês, outros loucos da nação Corintiana, mas estou roendo unhas inexistentes (uma vez que as minhas são sempre curtas demais para qualquer coisa) de ansiedade esperando o último jogo >.< Aliás, to sofrendo desde o primeiro jogo com o Santos D: mas nem valeu a pena e.e achei umas coisinhas mornas e_e mas não sou especialista o.o e espero um bom resultado quarta que vem *-* PRIMEIRA TAÇA LIBERTADORES *O* Farei uma crônica de homenagem a meu time no caso da vitória (que deve ser bem provável *-* estou abrindo mão de meu usual pessimismo pelo meu time). 

VAI CORINTHIANS!!!! \O/

...e cá estou eu, a falar abobrinhas de novo xD Tudo bem que Homem-Aranha e Corinthians não são abobrinhas, mas sinto que estou sendo mais infantil que o normal nesse início de postagem xD Sinto muito, leitor, mas não tenho absolutamente mais nada construtivo para dizer o.o posso comentar o caso da UFU (a prova que vazou na segunda fase) ou falar das provas da UFU, UFTM e Uerj, mas me parecem assuntos tão maçantes para se compartilhar com pessoas que estão fora desse universo de vestibulando ._. Não que comentários sobre super-heróis ou sobre minhas esperanças para meu time sejam mais interessantes, mãs eu to afim de compartilhar e se você leu até aqui é porque deve estar interessante de alguma maneira espero xD me sentiria uma PÉSSIMA anfitriã no meu palácio (meu bloguitito) se estivesse (muito) chato até aqui xD

Mãs posso dizer que não estou tão atrasada com meus estudos mesmo com essas duas semanas sem fim de semana =D Tipo, tem matérias que estou 3 semanas atrasadas x.x mas em outras estou no dia =) no todo, estou bem até =D E não é só em matérias que eu gosto que estou em dia o.o estou em dia com uma química(de 3), duas matemáticas (de 3) e uma física (de 4) o.o e eu ODEIO exatas. Em contra partida, atrasei duas biológicas e uma história, matérias que eu AMO de paixão o.o bom que eu vou conseguir tirar na primeira semana de férias *-*

AHHHH FÉRIAS *-* que palavrinha linda *-*

É a época do ano que eu hiberno em todos os sentidos *-*

Um bom tempo pra eu pensar sobre a minha total inaptidão com o gênero masculino da nossa espécie x.x Sério, sou uma amebinha em jogos de sedução çç

Um último assunto retardado, totalmente nonsense, antes que passemos ao que interessa (o poema da vez): MEU FONE DE OUVIDO TÁ QUASE FAZENDO ANIVERSÁRIO 8D!!!!

Não sei vocês, mas fones de ouvido quebram muito fácil comigo o.o Esse aqui tá fazendo quase um aninho de existência *-* tá todo remendadinho, acho que ele tá quebrando meu iPod, MÃS ele tá vivo um ano xD

Merecia essa notinha tosca no blog 8D

Agora, CHEGA DE BOSTEJO!!! XD 

Meu poema de hoje fiz em uma noite (madrugada? Manhã? Sei lá!) de insônia na véspera da Uerj. Depois que eu cansei de ficar deitada e resolvi levantar e ficar sentada na varanda do apartamento dos meus tios. Amanheceu um dia lindo! E poeta não agüenta ver uma coisa bonitinha e já quer fazer poesia xD

Espero que gostem <3

Agradecimentos especiais ao Montandon (Não quero comentar esse vest maldito D8 e nunca vi Mad Men pra entender a referencia o.o Tô pior que o Cap América nesse quesito pelo jeito pq eu NASCI nessa era e não consigo pegar as referências XD) e a Sabrina (é claro que eu vou te citar xD ADORO citar quem comenta minhas postagens (a não ser que a pessoa não goste o.o se vc não gostar é só dar um toque que eu paro) e espero que vc ainda goste desses comentários bestas que eu fiz xD cara, dessa vez eles ficaram MUITO bestas). E a qualquer um que esteja acompanhando esse bloguitinho mesmo com esses meus eternos hiatos. 

Agora, sem mais blá-blá-blá, AO POEMA /O/

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Luzes da Alvorada

As luzes da alvorada
Me levantaram esta manhã. 
As luzes da alvorada
Me livraram da insônia terçã. 

As luzes da alvorada
Me libertam da insone ditadura. 
As luzes da alvorada
Me livram da insone tortura. 

As luzes da alvorada
Declaram um novo dia. 
As luzes da alvorada
Despertam da cidade a sinfonia. 

As luzes da alvorada
Trazem da festa o final. 
As luzes da alvorada
Trazem o bêbado e o jornal. 

As luzes da alvorada
Iluminam minha poesia com calor.
As luzes da alvorada
Iluminam o Cristo Redentor. 

As luzes da alvorada,
Tão belas... Tão sublimes... Tão cariocas. 
As luzes da alvorada
Despertam as deidades de suas tocas. 

As luzes da alvorada
São como um poema sem fim. 
As luzes da alvorada
Trazem um novo dia para mim. 

E eis que o sol vai raiar
Espantando a noite com raios de nada. 
Eis que o sol vai brotar
Murchando, enfim, a madrugada. 
Eis o sol, com dedos quentes a pintar
As últimas delícias das belas luzes da alvorada. 

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Este poema não esconde seu local de origem xD. 

Mas verdade seja dita: o Rio é lindo!

E uma curiosidade: mesmo com insônia e tudo consegui acertar 54 questões na Uerj. 

54 de 60 questões xD

Sobre o poema, sim: ele é bem repetitivo, mas ficou bem musical na minha humilde opinião =)

Agora tenho de ir o.o

A CAMA ME CHAMA \O/

Au Revoir and sweet dreams! o/

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Um poema com viés crítico


Eu começo aqui
Uma nova tradição 
Pra iniciação. 
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Bon soir mes amis 

Como meu haikai já disse, resolvi começar uma tradição de fazer um haikai ao vivo, à cores e se mexendo toda vez que começar o post da semana \O/ porque eu sou ti mais e porque um haikai é muito fácil e simples o.o como essa semana é a primeira oficial dos haikais (o da semana passada foi só um tira-gosto) ele não fala nada de nada do post de hoje, mas os próximos serão uma espécie de aperitivo do poema/conto do dia. 

Já vou logo dizendo que estou depressiva essa semana ._. Bem pra baixo e murchinha, e meu poeminha de hoje reflete um pouco disso. É meio que uma reflexão sobre o mundo moderno. Mas não falarei muito dele ou vou ficar me sentindo um daqueles artistas intelectualóides chatos pra caramba que se acha "o politizado". 

Também tô meio mal de nervoso. Tenho vestibular amanha. E antes que você comece "ZOE, SUA IRRESPONSÁVEL!!! O QUE VOCÊ TÁ FAZENDO NA NET AINDA!!!" a prova é de tarde e.e

Não tenho muito mais o que dizer ._.

Ah! Um super obrigado a Sabrina pelo apoio ao blog =D que bom que você gostou e espero que você apareça mais vezes. 

Agora sem mais delongas, ao poema

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Dollarismo

Não sei bem quem quero ser. 
Não tenho pátria. Pátria pra quê?
Não tenho a minha ideologia pra viver. 
Só uma marca no peito sem porquê. 

Meu bolso é meu ponto mais dolorido
E não faço a menor idéia de quem sou. 
Tenho pensamentos pouco envolvidos
E um coração que jamais amou.

A Dow Jones mede minha felicidade,
As margens de lucro são minha frustração. 
As comodites ditam minha identidade,
Na minha alma, manda meu cartão. 

Mas apesar de todo esse vazio em minha vida,
Eu ainda tenho uma única religião. 
O Dollar é minha divindade distorcida
E o Mundo-Mercado, minha danação. 

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Que acharam? 

Ele é meio depressivo, eu sei, mas gosto dele. É raro eu conseguir um poema com viés de crítica social, mas esse ficou bem legal e crítico. 

Pra quem não notou o óbvio, o poema é uma crítica à maneira como a sociedade se comporta com relação ao mercado. Somos escravos do mercado? Eu creio que sim. Somos mais fiéis ao dólar do que a nossa pátria, religião ou nós mesmos. 

A propósito, esse poema surgiu no meio de uma discussão sobre o quando a política ainda existe. Quase não resta política hoje em dia. Só temos mercado. 

Mãs chega de falar disso. 

Tô com dor de cabeça e cansada. Espero mesmo que vocês estejam melhores que eu, mes amis

Au revoir, and sweet dreams

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Um haikai


Ando assim sem tempo
Pra ter novas fantasias
Em Prosa ou em Poesia. 

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Bon soir, mes amis

Estou tão sem tempo para tudo que nem um poema decente consegui fazer para meu amado bloguinho. 

Além de eu estar atrasada com a matéria (de novo, só pra variar um pouquinho), minha psicóloga e meu prof de história geral conseguiram me convencer que fazer resumos pra colar na parede é bom pros estudos. Estamos em maio. As aulas começaram em março. Tenho, simplesmente três longos meses para por na parede de todas as matérias x.x (e como eu sou meio megalomaníaca, pretendo forrar a parede da sala toda até o final do ano xD já to indo no caminho certo xD)

Vim só pra mandar lembranças com este singelo Haikai. Um haikai é um poema de origem japonesa (o que é meio ÓBVIO com um nome desses) de 3 versos com 5/7/5 sílabas poéticas nessa ordem e obrigatoriamente. 

É até piada fazer haikai quando eu já faço sonetos e baladas com métrica desde os 15 anos -q

Fazer o que se estou sem tempo ._.

O poema é auto explicativo. Nem precisa de título. 

Agora devo ir o.o volto semana que vem (eu espero) com algo mais digno de vocês leitores e do meu blog (tentarey x.x)

Au Revoir o/

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Feliz aniversário para moi \O/

BON SOIR MES AMIS \O/
Passo rapidinho pelo motivo mais egoísta do mundo. Mas hoje eu não dou a mínima pra isso xD 

FELIZ ANIVERSÁRIO PRA MIM \O/

E como tudo que eu faço é servi-los, trouxe um poema meio capenga pra comemorar xD 

Minha vontade era ter feito um super conto com a temática dos Vingadores o.o (minha cabeça foi meio invadida por eles desde que vi o filme), mas estou SUPER SEM TEMPO PRA MAIS NADA 8D 
Nem deveria estar aqui o.o vim só porque eu disse que vinha o.o

Tenho de ser SUPER rápida o.o então, primeiro, obrigado a todo mundo que lembrou do meu níver =) nem que tenha sido pelo Facebook xD
Segundo, O POEMA /O/

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Diva de 20 anos

Hoje, senhores, completo vinte anos!
Duas décadas de Divina Existência!
Dona de uma própria inteira Era!
7305 dias de perfeita Proficiência!

Que vi da vida até então?
Mais do que contam os profetas. 
Criei mil e um castelos de imaginação,
E bebi muito da água dos poetas. 

Agora sigo vivendo: a vida continua. 
Já disse a música: o tempo não pára. 
Prossigo a reinar sobre a Lua e a Rua,
E vida longa para minha pessoinha rara!

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Foi feito hoje, meio nas coxas, mas sintetiza bem o dia xD

Agora tenho de ir xD pode até ter sido meu aniversário hoje, mas também foi mais um dia mais próximo da minha morte e, pior que isso: um dia mais próximo do vestibular D8

Eu adoraria ficar e filosofar sobre a morte, mãs TÔ ATRASADA PRA CARALEO NA MATÉRIA E TENHO DE ESTUDAR D8

O blog volta a programação normal dele no sábado ou no domingo xD nas últimas 2 semanas as postagens foram meio anômalas porque eu tava cheia de coisas pra fazer. Apesar de eu estar atrasada, até o fim de semana me ajeito e volto a freqüência bonitinha de sempre por aqui 8) 

Agora tenho de ir meus amores xD

Au revoir~

domingo, 13 de maio de 2012

Feliz dia das Mães

Bonjour, mes très cher amis! \o/
Depois de um breve inverno, cá estou eu nesse dia tão especial falando ao vivo e me mexendo neste bloguinho. 

Antes de mais nada, um Feliz dia das Mães para todos. \o/

Vim pra falar pouco de mim hoje. 

A semana foi corridíssima, principalmente porque me mantive fiel a promessa que eu fiz e TÁ-DAM! \o/ um conto fresquinho saído agorinha do forno. Conseguem sentir o cheirinho bom!?

Esse conto, já aviso que é meio macabro. o.o Só um pouquinho. E tem uma piadinha com os evangélicos (ou com religião, depende de como você interpreta). Não sejam fanáticos com ela, foi só uma piada. o.o

Ele é bem especial pra mim pelo simples motivo que ele se passa no Brasil. o.o pra quem me conhece, sabe que tenho um poderoso sentimento anti-patriótico. Minhas histórias se passam praticamente todas na Europa, algumas poucas em Nova Iorque. Ter uma história toda em solo nacional é uma das maiores homenagens que eu poderia prestar as mães nesse dia, porque essas histórias são uma raridade sem tamanho. 

Bom, dedico essa aqui para a minha mãe. Acho que ela nem vai ler e se ler nem vai gostar, mas vai dedicado para ela mesmo assim. 

Agradeço a todos que passaram por aqui na minha ausência e etecetera, mas hoje o foco vai todo pra esse conto. 

AGORA! \O/ COM VOCÊS! \O/ O CONTO! \O/

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Em um bairro afastado do centro de uma grande cidade do nordeste, em uma área de subúrbio pobre, havia uma casa antiquíssima, datada da época do Brasil Colônia. Uma velha Casa Grande que permanecia de pé e que a cidade engoliu em seu crescimento desorganizado. Uma velha casa que ninguém conseguia habitar.

Porque naquela casa tinha um fantasma.

Mas não era um simples fantasma.

Era um fantasma que guardava em si tamanha fúria que qualquer ser que ousasse adentrar em seus domínios era morto de forma cruel.

O nome do fantasma era (ou tinha sido) Marjani.

Ex-escrava.
Esposa de um marido morto ainda na África. 
Mãe de um filho assassinado injustamente. 

E foi este último item que gerou sua fúria.

Pois tudo que Marjani sempre quis foi formar uma família e, mais importante que isso, ela sempre desejou ser mãe.

Arrancaram-na da terra dela, mataram seu marido, tiraram sua liberdade e seus direitos, proibiram sua cultura.

Assassinar seu filho, seu maior desejo, foi a gota d'água.

Matou o senhor que matara seu filho e a família branca dele com um dos facões de cortar cana.

Foi morta quando, enlouquecida, tentou matar os jagunços e um deles tinha uma arma de fogo.

A morte, entretanto, não foi suficiente para aplacar sua ira. Marjani voltou fantasmagórica e tornou aquela casa grande inabitável.

Passaram-se algo em torno de 300 anos com ela 'inabitando' a casa. Talvez mais, talvez menos, mas o resultado final não é muito distante de 300.

Era um dia qualquer de chuva.

Marjani fazia o que sempre fazia quando não tinha uma vítima nova: rangia os dentes e remoía seu ódio ao mundo. Fez isso até ouvir um som baixo de alguém entrando pela cozinha. Um invasor.

A fantasma sorriu cruelmente e flutuou até o cômodo invadido.

Sua única alegria desde a morte do filho era matar invasores.

Ia feliz, cantando até.

Entrou pela porta que ligava sala a cozinha como se ainda fosse viva e logo avistou o forasteiro encolhido próximo ao antigo fogão a lenha. Um garotinho branco.

Marjani tirava sua alegria do ato de matar invasores, principalmente os brancos. Era tão bom matar branco! Era uma espécie de vingança contra tudo que aquela raça ruim fizera com ela.

Aproximou-se silenciosa. Iria primeiro dar um susto no moleque. Matá-lo enquanto tentava correr.

Porém, mal dera dois passos quando ouviu um soluço baixinho, abafado pelos braços magros do menino.

Marjani parou.

Por acaso do destino, o garoto se encolhera no mesmo canto sujo perto do fogão em que o filho dela se encolhia quando os filhos do senhor eram cruéis com ele. O filho dela também escondia o rosto nos bracinhos e abafava soluços até ela chegar e confortá-lo.

A fantasma ficou curiosa diante daquele estranho dejá vù
Por que chorava o branco?

Pensou por um instante. Podia sanar sua dúvida, matar o menino depois. Duplamente satisfatório.

Terminou de se aproximar da criança e materializou um corpo para si, para poder falar.

- Ei, garoto, o que foi?

Ele ergueu os olhos claros cheios de lagrimas.

- Desculpa! Achei que não tivesse ninguém em casa!

Ele estava molhado devido a chuva. O nariz escorria e os olhos estavam vermelhos. Ele tentou se levantar. Era franzino. Cinco ou seis anos no máximo.

Marjani revirou os olhos sem paciência.

- Perguntei o que há contigo, moleque! - esbravejou rispidamente.

Lágrimas novas brotaram dos olhos claros e ele se encolheu novamente.

- Desculpa! Desculpa! Desculpa!

O gesto despertou a Dó, há muito tempo adormecida, na fantasma. Ainda tinha sede de sangue, mas pela primeira vez em aproximadamente 300 anos conseguiu ignorar isso e focar em outro sentimento. Ficou dois segundos atordoada, desacostumada àquela emoção. (De novo uma leve semelhança ajudara o menino. O filho morto também se encolhia daquele jeito quando chorava).

Após a readaptação à pena, Marjani sentou ao lado dele e começou a passar a mão fria de fantasma nas costas dele pedindo para ele se acalmar. Mas ele apenas chorava.

Ela pensou um pouco no que fazer.

Quando seu filho chorava daquele jeito ela costumava cantar para acalmá-lo.

Foi o que ela fez.

Resgatou do fundo da mente uma canção dos tempo de liberdade. Limpou a garganta (mais como hábito) e começou a cantar em sua língua materna enquanto massageava as costas trêmulas.

Aos poucos o choro foi parando e ele encarava maravilhado o canto de Marjani. Não a interrompeu, com medo de romper o feitiço musical estabelecido pela fantasma.

A música terminou com o tempo.

Por um instante ela quase se questionou o que fazia. O encanto se enfraquecera.

Naturalmente, porém, o menino voltou a alimentar a magia.

- O que fala a música? - ele perguntou intrigado.

Pela primeira vez em 300 anos, Marjani sorriu sem ser por ter matado alguém.

- Conta a história de um guerreiro do meu clã que enfrentou um bando de leões famintos.

- Ele ganhou? Por que ele luta com o leão? Como ele luta? O que aconteceu depois?

A fantasma riu e, resgatando do meio de suas emoções esquecidas a paciência, respondeu todas as perguntas do menino. Nesse tempo a chuva passou e ele disse que tinha de voltar para casa. Mas antes de ir, a fantasma conseguiu responder uma das perguntas que surgiram em sua mente durante a conversa. O nome do menino.

Era Mateus.

No dia seguinte, Marjani amargamente voltara a sua rotina de ranger dentes quando ouviu um suave som na cozinha. Flutuou agressiva para lá, já sentindo gosto do sangue. Entretanto, parado à porta, meio inseguro, estava Mateus.

Ela parou também, ainda invisível, encarando o menino, sem saber o que fazer.

Reagiu por hábito, sentindo o que sempre sentia: raiva. Todavia, sua raiva estava bem amaciada devido aos eventos do dia anterior.

Materializou- se diante dele com a testa franzida, braços cruzados e sem se importar se o assustaria ou não.

-O que está fazendo aqui?

Mateus se sobressaltou. Desviou os olhos dela nervoso e remexia na barra da camiseta suja que usava.

- Eu queria que... Só se der... Sabe... Que... Que...

Ela revirou os olhos.

- Fale de uma vez!

Ele a encarou, seus olhos claros cheios de expectativa.

- Pode cantar de novo pra mim?

Ela franziu ainda mais a testa. A pergunta a podia tê-lá desarmado um pouco, mas ainda predominava a raiva.

- Por quê?!

A criança voltou a demonstrar nervosismo.

- É que é tão bonito e você deve estar tão sozinha, moça-fantasma, e aí deu vontade de vir e... E...

Mas não era preciso mais nada além do segundo motivo para convencê-la. Marjani se sentia só desde o instante que mataram seu querido filho.

Só com sua raiva.

Desarmou sua expressão e suas defesas. O encarou sem saber o que fazer.

O menino devolveu o olhar, já muito nervoso.

- ...desculpa. Eu vou embora...

- Não! - Marjani se sobressaltou. Mateus a encarou esperançoso - Eu posso cantar sim... Se quiser...

O rostinho dele se iluminou.

- Verdade?

Ela sorriu também, sentou-se no banco velho da cozinha e sinalizou para que ele sentasse também. Escolheu outra música de tempos imemoráveis e cantou como se fosse nova. Seguiu-se outra bateria de perguntas. Mateus fazia uma atrás da outra. Conversaram até o entardecer quando ele disse cheio de tristeza (e até meio assustado, com medo de apanhar) que tinha de voltar.

Fizeram a mesma coisa no dia seguinte, no dia depois e depois disso.

Marjani no início estranhava a presença de Mateus, mas depois que se acostumou ao menino cada momento que ele se atrasava a deixava com os nervos à flor da pele. Ela pegou mania de descontar isso na mobília. O segundo andar da casa já estava todo destruído.

Ele passou a ser a alegria dela.

Com o tempo, Marjani foi aprendendo coisas sobre a vida curta e complicada de Mateus.

A mãe fugiu com o amante quando o menino era muito pequeno, ele mal se lembrava dela. O pai afogava qualquer frustração (e eram várias) em um copo de bebida e era um bêbado violento. Mateus ia para lá fugindo da agressividade do pai.

Mas apesar das adversidades, o menino era brilhante.

Quando acabaram as canções, primeiro ele tentou cantar para ela, mas Marjani não entendia como "vem fazer um lêlêlê, se eu te pegar você vai ver" podia ser música. Então Mateus olhara para ela nervoso e perguntara:

- Você quer que eu te conte uma história?

Aqueles grandes olhos claros a olhavam com esperança.

Com aquele contato todo, Marjani já percebera que não conseguia dizer não para aqueles olhos. Estranhamente lembravam os grandes olhos cor de ônix de seu filho falecido. Tinham o mesmo brilho forte, a diferença era que os do filho brilhavam como estrelas no céu escuro; os de Mateus, no céu claro.

Ela sorriu.

Claro, querido, conte.

Ele sorriu também e contou mil e uma histórias que ele mesmo criava.

Um garoto brilhante.

Falava pelos cotovelos suas idéias. Algumas com dragões e cavaleiros, outras com onças e índios, outras com leões e guerreiros como os do clã dela. Algumas até conseguiam juntar tudo isso e um pouco mais.

Certo dia, Marjani ficou cismada em entender o que era um castelo (nunca vira um em toda sua vida). Com naturalidade, Mateus respondeu:

- Ah, mãe, cê sabe, né? Aqueles castelos de pedras e Torres e coisa e tal...

Ele continuou falando, mas ela parara de escutar.

Mãe.

Mãe!

Mãe?

Como assim "mãe" ?

Mateus percebeu a distração dela e a encarou sem entender.

- Que foi, mãe?

Marjani o encarou.

Como pudera ser tão cega?

Ao pouquinhos aquele garoto branco conseguira se tornar seu filho, não por sangue, mas por espírito. Só agora ela via isso. Já não mais aguardava visitantes para saciar sua sede de sangue, nem ficava a ranger dentes pelos cantos. Claro, podia até destruir a mobília de preocupação esperando por ele, mas ela já não cultivava toda a raiva de antes. Desenvolvera afeto por ele, e ele, pelo visto, fizera o mesmo.

Marjani sorriu para Mateus.

- Nada, querido. Continue.

Ele sorriu também e continuou, animado e tagarela como sempre.

Encontravam-se toda tarde logo após o horário de almoço e conversavam até o entardecer quando ele tinha de voltar para casa para não apanhar.

Ficaram mais ou menos um ano com esses encontros vespertinos. O ano que valeu mais para Marjani do que os 300 anteriores.

Porém uma noite a situação mudou drasticamente.

Chovia, e Marjani encarava a chuva pela janela do segundo andar distraída. À noite antigamente ela ficava rangendo dentes, agora ficava pensando nas histórias que Mateus lhe contava durante o dia. Era o mais próximo que ela chegava de sonhar em séculos.

Ela encarava a chuva "sonhando", quando ouviu um barulho brusco, provavelmente da cozinha. Se fosse antigamente, desceria com sede de sangue. Agora ela levantou as sobrancelhas surpresa e ficou curiosa para ver quem era, pois não era comum visitantes àquela hora com aquele tempo. Mateus, de certo modo aplacara a sede de sangue. (na realidade, sua sede de sangue fora aplacada por um motivo prático. Marjani ainda tinha raiva o tempo todo, mas tinha total noção da sujeira que matar uma pessoa geraria. E agora tinha criança na casa! Não podia simplesmente ficar matando aí em qualquer lugar que o menino visse, e ia ser um inferno para limpar tudo antes dele chegar.).

Foi flutuando invisível até o andar de baixo. Da sala de jantar através da porta que ia para a cozinha, viu Mateus, ensopado e choroso, correndo de um homem, tão encharcado quanto a criança, que segurava um cinto de forma ameaçadora.

Marjani imediatamente se materializou e assim que o menino a viu correu até ela. A fantasma abraçou o garoto choroso e o homem se aproximou.

- Larga dessa preta, moleque! Vem me enfrentar como homem! - esbravejou com a língua meio mole.

Agora olhando de perto, Marjani percebeu como ele era parecido com Mateus. Provavelmente era o pai agressivo de quem tanto ouviu falar.

- Mãe! Mãe! Socorro mãe! - soluçou Mateus se agarrando nela.

Marjani sorriu, a sede de sangue atingindo seu máximo pico de todos os tempos.

- Querido, corre até a casa do vizinho, está bem?

Ele a encarou choroso e assustado.

- Mas...

Ela sorriu para ele.

- Tudo bem, querido. Eu converso com teu pai.

O menino assentiu e correu para a saída na frente da casa. O pai tentou correr atrás dele, mas Marjani se pôs na frente dele.

- Saia da frente, preta suja!

Ela sorriu cruel.
 
Os gritos dele, apesar da chuva, foram ouvidos a três casas de distância.

Os brancos lhe tiraram um de seus filhos. Não iriam tirar outro.

O vizinho que recebeu Mateus, deixou o menino com a esposa e foi ver o que acontecia na casa velha. Encontrou um emaranhado de sangue, vísceras e carne dilacerada rodeando uma negra com roupas antigas e sujas de sangue e que ria enlouquecida enquanto cortava ainda mais a carne com um grande facão.

Ele correu dali e acionou imediatamente a polícia. Quando esta chegou, encontrou apenas o corpo, que teve de ser retirado em saquinhos. Nada da assassina.

Marjani assistiu a tudo invisível, segurando a risada cruel e o riso de alívio.

Aquele bruto mereceu o castigo! E agora Mateus não teria que se preocupar mais com o pai violento!

Perfeito.

Exceto pelo fato que, depois daquela noite, Mateus não voltou mais.

A polícia esteve lá várias vezes atrás de provas, mas nada encontrou.

E nada de Mateus.

O grupo evangélico do bairro foi lá para fazer uma seção de exorcismo na casa velha. Marjani não entendeu direito o que eles faziam e falavam. Algo sobre o sangue de um tal de 'Gézuis' e poder. Ela não entendeu a relação, mas achou graça daquele bando de fanáticos.

E nada de Mateus.

Outras pessoas apareceram por ali. Curiosos, adolescentes buscando encrenca, crianças brincando de pique-esconde. A fantasma passou a assustar todos de lá, cansada de tanto assédio a sua moradia.

E, novamente, nada de Mateus.

Depois de quatro dias, Marjani estava mais do que aflita e preocupada. Onde estava seu menino? (Nada ela sabia sobre serviços sociais e orfanatos, não existiam na época dela).

Que teria acontecido com ele?

Foi então que uma conclusão horrível cruzou a mente dela.

Por que ele voltaria ao local onde o pai fora morto? Bem ou mal, aquele cara ruim era o pai de Mateus. E ele era um bom menino que provavelmente amava o pai. Ele provavelmente a odiava agora!

Pelos deuses!

O que ela fizera?!

Mil e uma lágrimas fantasmagóricas ela derramou quando percebeu seu erro. Tinha tentado proteger seu filho, mas acabara por afastá-lo de si.

Uma melancolia tomou conta de Marjani. Ela ficava agora se lamentando pelos cantos. Já não matava ninguém, por remorso. Assustava as pessoas porque queria ficar sozinha se lamentando. Nada agora lhe dava felicidade.

Foi como perder outro filho.

Tentou até sair da casa para procurá-lo, mas 300 anos tinham se passado desde a última vez que saíra de lá. O mundo tinha ficado confuso demais para Marjani.

Chorava e choramingava o tempo todo.

Passaram-se alguns anos nessa tristeza sem fim. Algo próximo a 20, talvez um pouco a mais, talvez um pouco a menos.

Era uma manhã cedinho de sol.

A fantasma se lamentava no canto mais escuro do segundo andar, quando, mais uma vez, ouviu o som de alguém entrando pela cozinha.

Ela torceu para o invasor ir logo embora.

Ele não foi.

Marjani então puxou seus cabelos de frustração e gritou a plenos pulmões:

- VÁ EMBORA!

Ouviu então passos cambaleantes, como alguém que toma um susto e dá um ou dois passos para trás. Entretanto, a pessoa não recuou mais do que isso e teve a ousadia de perguntar em voz alta:

- Tem alguém aí?

A fantasma ficou irritada. Quem aquele estranho pensava que era para invadir a casa dos outros e exigir satisfações? Desceu fazendo barulhos fantasmagóricos e jogando as coisas pela casa. Passou pela porta que ligava a sala de jantar com a cozinha e se materializou de supetão emanando aura fantasma na frente do estranho.

Era um homem branco alto de olhos claros perspicazes. Segurava um buque de flores brancas. A encarava surpreso, mas não assustado.

- Eu lembrava da sua aparição bem diferente.

- Que quer dizer estranho!? - Marjani esbravejou em tom de voz de assombração.

Ele coçou o queixo com o braço livre.

- Da voz também. Bem diferente.

Ela perdeu a paciência e materializou seu facão. Não iria matá-lo, só dar um susto e o por para correr. Antes que a fantasma pudesse erguer a arma, porém, o homem mostrou as mãos em um gesto de boa vontade.

- Calma! Mãe, calma...

Diante das palavras dele, toda a aura fantasma ameaçadora desapareceu e ela finalmente o reconheceu.

- ...Mateus?

Mateus sorriu para ela.

- Faz bastante tempo não é, mamãe?

Ela correu e o abraçou.

- Onde você esteve?! Tem noção de como eu estava preocupada?! Como você está?! Está bem?! O que aconteceu?! Me diga!

Ele sorriu mais.

- Aconteceu tanta coisa! Desculpa eu te preocupar. Tenho tanto para te contar... Mas antes... - ele ofereceu o buque para ela - Feliz dia das Mães!

Marjani não tinha a menor noção do que vinha a ser o dia das mães, mas gostou da idéia. Principalmente porque naquele dia se realizava seu maior sonho.

Seu filho ali, com ela.

Sorriu.

Nessa hora sentiu seu corpo se esquentar pela primeira vez em séculos. Um calor agradável que se espalhou por ela. Sua pele emanava brilho.

Mateus se sobressaltou.

- Mãe, o que é isso?

Ela continuou sorrindo.

- Acho que chegou a hora d'eu seguir caminho.

Ele ficou aflito.

- Mas por quê? Logo agora que consegui te reencontrar! Eu preciso de você mãe!

Marjani acariciou o rosto dele.

- Não tenho mais minha raiva ou minha tristeza me prendendo à terra agora que você voltou. E eu vou estar sempre com você, querido filho. - ela beijou a testa dele (Teve de ficar na ponta dos pés. Céus! Como ele crescera!) - Adeus querido, e obrigada por tudo.

O espírito dela desapareceu na luz da manhã.

Para onde foi, eis um belo mistério.

Mateus ficou abobado sem entender o que acontecera por alguns instantes. Quando deu por si de novo percebeu que chorava.

Chorou por alguns momentos. Depois riu de si mesmo e enxugou um pouco as lágrimas. Era melhor que as coisas fossem daquele jeito, mesmo ele não gostando do desfecho. Não era natural a permanência dela na terra. Sua mãe tivera mesmo de ir para um lugar melhor.

Caminhou até próximo ao antigo fogão, no local onde 20 anos antes ele se sentara pela primeira vez com a mãe. Mal se lembrava da música que ela cantara, mas jamais se esqueceria da história que ela contava.

Depositou as flores ali.

Sorriu triste.

- Feliz dia das mães, mamãe. Espero que esteja bem. Te amo muito.

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E aí? Gostaram?

Esse conto foi basicamente escrito em dois dias. Não, eu não menti quando disse que passei um tempão escrevendo ele. É que primeiro fiquei uma semana inteira patinando em um protótipo mal feito dele que tava ENORME mas chato pra cacete. Aí nessa sexta os deuses da inspiração resolveram me agraciar com um sopro divino e veio isso. Nada mal na minha modesta opinião, uma vez que contei toda a história que eu queria.

Foi bem legal escrevê-lo. Foda foi digitar esta merda pelo iPod x.x

Mas enfim, eu devo dar as caras por aqui essa semana de novo na quarta o.o

É que quarta é meu aniversario xD

Pretendo fazer outro conto para por aqui, MAS NÃO PROMETO PORRA NENHUMA DESSA VEZ Ò.Ó.  Então não criem grandes esperanças o.o pretendo tentar fazer outra coisa sim, mas não sei se agüento outra maratona como a desse conto de hoje nessa mesma semana x.x

Enfim, Au revoir mes amis~